Rio de Janeiro - Brasil

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Curso na China ensina mulheres a evitar que maridos tenham amantes

Um instituto privado de Pequim iniciou um curso para "ensinar" mulheres casadas a abordar os problemas de casal e lutar contra as possíveis amantes, informou nesta terça-feira (15) o jornal "Pan Dao".
Segundo o diretor do chamado "Instituto das Esposas", Fei Yang, o mais importante para combater a "terceira pessoa" é descobrir "se são verdadeiras ou falsas", ou seja, se podem ou não destruir o casamento e a família.
"As 'falsas' não têm tanto poder sobre o marido. Eles as buscam em paralelo à vida familiar e somente pelo sexo. Não são verdadeiramente perigosas", disse Fei ao jornal.
O instituto, cujo curso custa US$ 16 mil, diz ter como objetivo a defesa dos direitos da mulher casada e ajudar a resolver os problemas originados pela existência das amantes.
De acordo com Fei, muitas mulheres tomam medidas extremas e inclusive terminam o casamento, o que também não é ideal nem para o marido nem para a amante, pois dificilmente ele se casará com ela.
"Se as mulheres tiverem força e conhecimentos suficientes podem reforçar sua relação de casal sem recorrer a medidas extremas", destacou.
Segundo Fei, no casal as mulheres são mais fortes e controlam o manejo dos sentimentos, daí que seu objetivo ao criar o instituto é reforçá-las para que lutem contra "a terceira pessoa".
Para a diretora de uma consultoria matrimonial, Wang Qinghua, o curso não é realista, pois quando há amantes já existe uma crise familiar e a solução deveria ser abordada por essa perspectiva.
O curso se divide em duas partes: a primeira é conjunta e a segunda em classes individuais durante duas semanas reproduzindo circunstâncias familiares e permitindo aos professores compreender as situações.
Na China, diversos sites, alguns bloqueados posteriormente, foram criados por mulheres que reconheceram ser amantes de homens casados, como plataforma de desafogo de sentimentos e contato entre elas.

Fonte:

 Opinião
Os chineses deveriam fazer um curso sobre como ser mais humanos, o caso daquela menina atropelada e ignorada por transeuntes mostra que um curso deste tipo e urgente naquele País.
Por
Uanderson

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