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segunda-feira, 10 de junho de 2013

ÁFRICA/SOMALILÂNDIA – Penas mais severas para deter os estupros na Somalilândia

Hargeisa (Agência Fides) – Segundo as estimativas oficiais, em 2012, na Somalilândia foram registrados cerca de cinco mil casos de estupro, em relação aos quatro mil de 2011. Também as cifras do Sexual Assaults Referral Centre (SARC), que faz parte do grupo hospitalar de Hargeisa, indicam uma tendência de aumento deste fenômeno.

O centro, em 2012, se ocupou de 195 casos de estupro em relação aos 130 de 2011. Os casos registrados provêm principalmente das regiões próximas a Hargeisa. Penas mais severas e uma menor dependência dos sistemas de justiça tradicionais poderiam ajudar a acabar com a crescente incidência do fenômeno na República.

São poucas as vítimas que vão se tratar e são as que chegam imediatamente depois das agressões. Muitas não conseguem alcançar o centro nas primeiras 24 horas e conseqüentemente, as provas do estupro não são mais facilmente visíveis. Entre as vítimas dessas atrocidades, estão infelizmente também muitas crianças.

O último caso denunciado dizia respeito a um menino de seis anos, deslocado da região de Hargeisa, violentado por um parente. Todavia, muitos não são denunciados ou são “resolvidos” com acordos entre os familiares das vítimas e os carnífices. (AP) (29/5/2013 Agência Fides)
Somalilândia é um Estado não reconhecido internacionalmente. Embora pertença oficialmente à Somália, a região declarou sua independência em 1991.


Opinião

O que ocorre na Somalilândia não e muito diferente do que vemos no Brasil. A cada ano, aumenta o numero de casos de estupros, e as crianças aqui como lá são as principais vitimas dessas atrocidades.

A instituição de penas mais duras, como a castração com certeza iria ajudar a diminuir essa realidade, mas infelizmente os estupradores se beneficiam com a inércia de nossos governantes que não se preocupam de mudar nossas leis.

Aqui no Brasil além de leis do “tempo do ronca”, há ainda a conivência de parentes que muitas vezes protegem os agressores. Parece inacreditável, mas e muitos casos de agressão e estupros contra crianças, as mães fingem que não vêem.

Na semana passada saiu nos jornais o caso de três meninos que com ajuda da escola, denunciaram o padrasto por violência sexual. O acusado negou os abusos e a mãe das crianças disse que “não sabia de nada”. Essas crianças somente conseguiram por fim aos dias de terror porque falaram com a professora, porque a mãe não acreditava.

Hoje fiquei sabendo de mais uma historia de violência sexual contra crianças, um menino de sete anos morreu em uma unidade de saúde da zona oeste do Rio, com sinais claros de abuso sexual.

Se você tiver qualquer conhecimento de casos de abusos, seja agressão física e, ou sexual denuncie!

Por Uanderson

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