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sábado, 8 de junho de 2013

Homem é queimado em SP após dizer a assaltantes que tinha apenas R$ 100


Um analista financeiro de 41 anos teve o corpo queimado na noite de sexta-feira (7), na zona sul de São Paulo, após dizer a dois assaltantes que tinha apenas R$ 100. O homem foi internado com ferimentos nas mãos, braços, pescoço e rosto, além de lesões corporais. Ele não corre risco de morrer.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o assalto aconteceu por volta das 21h30, em uma rua paralela à avenida Luiz Carlos Berrini. A vítima disse aos policiais que caminhava em direção a uma agência bancária quando foi abordado por dois homens a pé. Os ladrões exigiram que ele voltasse para o carro dele, uma Pajero TR4 prata, e sentasse no banco traseiro.

Um deles assumiu a direção do veículo enquanto o comparsa sentou no banco de trás. Durante o percurso, o bandido que estava sentado ao lado da vítima jogava um líquido inflamável na roupa dele e, com um isqueiro na mão, ameaçava atear fogo.
Segundo depoimento à polícia, a vítima insistiu em dizer que tinha apenas R$ 100, quando o homem acendeu o isqueiro e a vítima teve o corpo incendiado. Desesperado, ele abriu a porta e pulou do veículo, no cruzamento da avenida Doutor Chucri Zaidan com a com a ponte do Morumbi. 

O analista correu para o outro lado da via e pediu ajuda a um taxista que passava pelo local, que o levou para o hospital São Luiz, no Morumbi (zona oeste).

O carro da vítima foi encontrado por volta das 23h20, também incendiado, na rua Professor Santiago Dantas, esquina com a Francisco Tramontano, próximo à favela Real Parque, na Vila Tramontano. Ao chegar ao local, policiais militares encontraram uma unidade do Corpo de Bombeiros tentando controlar o fogo do veículo em chamas.

A vítima disse que os suspeitos não tinham armas de fogo. Os policiais não localizaram testemunhas presenciais ou câmeras de segurança. O analista foi orientado a ir ao 91º DP (Ceagesp) para fazer um reconhecimento fotográfico dos suspeitos.
O caso foi registrado como roubo, localização e apreensão, incêndio e extorsão.

OUTRO CASOS

A dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza foi morta no consultório dela, no Jardim Anchieta, em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo). Ela teve o corpo incendiado com álcool e morreu no local do crime após dizer que só tinha R$ 30 para entregar aos assaltantes. (FELIPE SOUZA)

Fonte: FOLHA

Opinião

A que ponto chegamos! Será que agora será necessário ao sairmos na rua termos que levar um extintor de incêndio a tiracolo?

Enquanto a bandidagem a cada dia que passa se torna mais cruel, nossos leis continuam “bunda mole”, onde um criminosos apesar de cometer barbaridades tem penas atenuadas por “bom comportamento”. Já estamos no limite de tamanha barbárie. Chega!!!

Uanderson

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