Rio de Janeiro - Brasil

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Macapá: Investigação mostra detalhes de como menino de seis anos era abusado pelo próprio pai.








Apenas seis anos e uma vida aparentemente normal. Acordar, tomar café, seguir para escola, brincar com os coleguinhas de classe, atitudes normais para uma criança. Mas o que ninguém podia imaginar é que o menor passava por um dos piores pesadelos que podem assombrar uma família. Os abusos sexuais sofridos pelo menor eram praticamente diários e ocorriam há mais de um ano.

Segundo relatos coletados durante as investigações, o garoto era levado pelo pai, o policial militar José Heleno da Silva (48 anos), para passear em uma praça localizada próximo a sua residência no bairro Marabaixo III. Ele é o principal acusado da prática.

Na companhia de um suposto amigo do pai, um também policial militar, o garoto era levado para um lugar com pouco movimento, ali mesmo na praça do bairro Marabaixo III, onde os aliciadores contavam com mais privacidade.

Nesse local reservado, o menor era obrigado a baixar os shorts, em seguida era colocado no colo do pai e de bumbum para cima. Com o dedo, o acusado iniciava as carícias, introduzindo e tocando as partes intimas da criança.  Todo o ato era presenciado pelo suposto amigo.

Ainda na praça e durante os abusos praticados com o menor, o acusado chegava a dialogar com o filho. Eram conversas curtas, do tipo “pára pai”e“ você é meu”, frases soltas enquanto a crueldade ocorria.

Não há informações em que momento o suposto amigo participava desses abusos, nem dos dias em que o acusado José Heleno levava o filho para passear na referida praça. Mas a situação ocorria, segundo investigações, quase que cotidianamente.

Ainda segundo relatos levantados durante a investigação, em outros momentos, o aliciador chegava a maquiar o filho, passando batom em sua boca, mas não se sabe de fato, qual era a intenção do acusado ao maquiar o próprio filho de apenas seis anos.

Era prática também durante os abusos o aliciador introduzir seu órgão na boca da criança, fazendo movimentos circulares, enquanto dialogava com as frases curtas já citadas.
Os relatos soaram como um verdadeiro desabafo para a criança, que contou com a ajuda do irmão mais velho de 17 anos para relevar os fatos. Segundo a conselheira tutelar e assistente social, Regiane Gurgel, que acompanhou de perto o caso, a participação do irmão foi fundamental para que o menor se encorajasse a contar como os abusos ocorriam.

Com a ajuda de educadores da escola onde o garoto está matriculado, toda a atrocidade cometida veio a público e chocou a capital amapaense. “Ficamos 35 dias acompanhando o caso, impressionados com cada relato que surgia e com sede de justiça, para enfim torná-lo público”,disse a conselheira tutelar.

Pessoas que conhecem a família contam que o policial militar é assíduo freqüentador de uma igreja evangélica localizada no centro da cidade.
A casa de muros altos, localizada no bairro Marabaixo III também indica a possível intenção pelo isolamento da família.Para manter contato com alguém da casa, era preciso agendar horário.

Informações dão conta de que o pai era rígido no monitoramento dos horários de chegada e saída da escola do filho. Era o policial militar quem apanhava religiosamente o filho na instituição escolar particular, e sempre obedecia aos horários corretamente. 

O monitoramento da criança, evitando muitos contatos com outras pessoas também era feito revelando mais uma vez a ânsia ou a preocupação por isolar o menor Há informações ainda de que o policial militar era adepto de jogos, que ocorriam dentro de sua própria casa com a participação de amigos. Conta-se que por algumas vezes, esses jogos eram apostados e tinham como prêmio a própria esposa do policial militar.

Outro fato destacado nas investigações é que a esposa do policial vivia sobre efeito de remédios e chegava a ficar dopada 24 horas por dia, situação provocada pelo próprio José Heleno da Silva, segundo relatos da esposa.

A alta dosagem de medicamentos contribuía com que a esposa do policial sempre estivesse em estado psicológico suspeito. A voz pesada e o olhar vago, efeito dos remédios que era obrigada a tomar, dificultavam o pedido de ajuda da mãe, que chegou a relatar várias vezes a estranhos que tinha o filho abusado pelo marido.

Fonte:

Opinião

O que esse miserável merece de punição? Cadeia? Para mim e pouco, mas temos que respeitar a legislação do País. Freqüentemente o Blog UAN Noticias publica noticias como essa, pois acredito que espalhar para os quatro cantos crueldades como essa, e a única forma de incentivar que pesoas denunciem a policia.

Como na própria matéria mostra a denuncia do irmão mais velho foi fundamental já que a mãe da criança vivia dopada. O que me deixa mais perplexo e que o mostro pai freqüentava uma igreja evangélica. Os demônios que com certeza habitam o corpo desse vigarista não se manifestavam na igreja?

Enfim mais uma vez faço o apelo, se você conhece alguém que passa por algum tipo de tortura, crianças sendo abusadas, não tenha medo, denuncie pelo disk 100, ligação gratuita e você não será identificado. 

Denuncie e ajude que casos como o que vocês acabaram de ler seja solucionado, que esses vigaristas sejam punidos e as crianças e adolescentes que passam por esse sofrimento, possam sair desse inferno.

Uanderson

3 comentários:

  1. ESSE CARA MEREEC SER ESTRUPADO NA CADEIA VIRAR MULHERZINHA DOS COLEGAS DE CELA E DEPOIS QUE SER SOLTO SER FUZILADO PARA NUNCA MAIS OUZAR EM TOCAR E NENHUMA CRIANÇA!!!!

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  2. Deveriam cortar o piru dele e enfiar no rabo dele, esse mostro que agente ainda vai pagar a comida dele na cadeia com nosso impostos!

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  3. ESSE MONSTRO AINDA É DEFENDIDO POR ALGUMAS PESSOAS NO FACE, QUE O SEU CASTIGO VENHA DEPRESSA!!!!!

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