Rio de Janeiro - Brasil

sábado, 2 de maio de 2015

Vida sexual mais ativa reflete em maiores salários. Será?




Segundo pesquisa divulgada pelos jornais nesta semana, realizada pelo professor de Economia da Universidade Anglia Ruskin, Nick Drydakis no Reino Unido pessoas que tem vida sexual mais intensa receberia maiores salários que as pessoas que fazem menos sexo por semana.

De acordo com os dados da pesquisa, Ruskin concluiu que há ligação direta entre o salário mais alto e o sexo mais frequente. Entretanto, o estudo não revelou se a pratica sexual das pessoas com melhor remuneração melhorou o desempenho no trabalho. E se o contrário também existiu.

Se a frequência sexual fosse responsável pelo sucesso profissional às prostitutas seriam milionárias e não teriam que cobrar dez reais como em alguns lugares aqui no Rio que se fizer uma pechincha leva por cinco!

O que ocorre é, pessoas que estejam satisfeitas com suas vidas tendem a serem mais felizes e isso obviamente ira refletir num todo, no estudo, no trabalho. Já um indivíduo que não esteja bem consigo mesmo, estando em estado depressivo por exemplo tende a render menos, gerando ate mesmo dificuldade nas relações interpessoais.

Fazer sexo mais ou fazer menos não é garantia de felicidade o indivíduo precisa respeitar as suas necessidades que é de caráter individual, como por exemplo a alimentação, há pessoas que não jantam, fazem um lanche e se dão por satisfeitas, há outras no entanto que a janta e uma necessidade, e assim por diante.

Por Uanderson de Aquino

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