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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Mulher morta a marteladas pelo marido tentou exorcizá-lo durante surto, diz advogado

A mulher que foi morta a marteladas pelo marido no dia 25 de junho no apartamento do casal em Vila Isabel, na zona norte do Rio, acreditava que ele sofria de um problema espiritual, segundo a defesa do suspeito. De acordo com o advogado de Mário Henrique Rodrigues Lopes, de 28 anos, ele vinha tendo surtos psicóticos, mas a mulher, Talita Juliane Peixoto Paiva, de 24 anos, por falta de informação, achava que a solução estaria em um exorcismo.

Segundo o advogado do suspeito, Rogério Rabe, ele estava agindo durante dez dias fora do normal, mas Talita não pensou na possibilidade de se tratar de um problema psicológico.

— Ela procurou um pastor e pessoas da igreja que prometeram curá-lo por meio de orações. Ela estava dentro da igreja e resolveu exorcizá-lo ou chamar alguém para exorcizar.

— Eles não tinham problema nenhum. Ele teve algo psicológico mesmo.

Mário Henrique está internado no Hospital Psiquiátrico Roberto Medeiros no Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste. Segundo Rabe, se ele for considerado doente mental, Mário permanecerá no mesmo hospital até que possa receber alta.

Ainda será realizada uma nova perícia para outra análise do caso a pedido do juiz responsável.

De acordo com as investigações, Mário Henrique cometeu o assassinato e fugiu do apartamento, deixando a porta aberta. Ele foi preso depois de se envolver em uma confusão com um taxista em Copacabana, que chamou a polícia.

Uma vizinha contou que ouviu Talita pedir socorro durante a madrugada, enquanto Mário ordenava que ela calasse a boca. De repente, os gritos pararam. O casal estava casado havia um mês.

FONTE: r7

Opinião:

maluco? nem tanto, teve a frieza de fugir apos matar a propria mulher. De qualquer forma o "engraçado" e a vizinha dizer que ouviu a mulher pedir socorro. Porque não foi lá ver o que estava acontecendo? resposta:" ha não era problema meu" hoje em dia as pessoas não se importam mais com os outros. Me lembro que na época que eu estudava no CEFEET, Maracanã, todos os dias pegava o trem cheio na volta para casa.

Como eu tinha que controlar o dinheiro da passagem, não fazia lanche. Ate que um dia eu passei mal dentro do trem, foi de fome mesmo. Não cheguei a desmaiar, fiquei apoiado na porta, todos perceberam que eu estava mal, eu não conseguia enxergar nada, minha vista estava turva, mas eu conseguia ouvir muito bem, e lembro de ouvir pessoas dizendo: O rapaz esta passando mal? ai eu ouvia voz de homens,: ha que nada comeu merenda tá de barriga cheia.

Ninguém se comoveu em me ceder um lugar para sentar, na viagem se São Cristão a Deodoro, me recuperei, acho que se eu desmaiasse ainda iriam pisotear em mim. Dizem que os cariocas e um povo solidário. Não sei se isso e uma regra, acho que esses solidários hoje estão a sete palmas embaixo da terra, e seus herdeiros não carregaram a tão famosa solidariedade em seu DNA.

Por Uanderson


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