Rio de Janeiro - Brasil

domingo, 24 de junho de 2012

O professor e dono de uma escola de reforço para alunos do ensino fundamental, no São Francisco, Maranhão, foi preso por estupro de vulnerável.



Ele dizia para eu sentar no colo dele, beijava a minha boca e depois passava as mãos nas minhas pernas e no meu bumbum. Foi mais de 10 vezes que seu Chico Branco fez isso comigo e ainda dizia para eu não contar nada para minha mãe porque gente grande não acredita em criança”, disse uma das vítimas de apenas 9 anos e ex-aluna do professor Francisco de Assis, conhecido no São Francisco como tio “Chico Branco”, de 55 anos.

Ainda nesta próxima eleição, almejava uma vaga na Câmara Municipal, como vereador. Ele foi preso pela equipe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) na última quarta-feira, 20, e vai responder por estupro de vulnerável na forma tentada.
Francisco de Assis, “Chico Branco”, 55 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (20), acusado de aliciar uma aluna de apenas oito anos. O crime aconteceu dentro de uma escola de reforço, localizada no bairro São Francisco, por volta das 16h.

Ele improvisou uma escola em sua própria casa e ministrava diariamente aulas particulares de Matemática nos turnos manhã, tarde e noite.

A escola era freqüentada por várias crianças que moram no bairro. Além de ministrar aulas, Chico Branco organizava festas em datas comemorativas com sorteios de brindes, e frequentemente organizava atividades de lazer, como idas às praias da capital.

Segundo a polícia, o crime foi descoberto após a mãe da vítima notar diversas mudanças no comportamento da filha. Diariamente, a garota permanecia na escola até mais tarde e sempre aparecia com dinheiro. Após muita insistência da mãe, ela contou que o professor a beijava e passava as mãos em seu corpo.

De acordo com o acusado, a menina ficava até mais tarde em sua casa, ajudando na arrumação e limpeza da sala de aula, uma vez que, segundo ele, a família não tinha condições de pagar a mensalidade.

Para comprovar o abuso a mãe deixou que a filha continuasse na casa do acusado após as aulas, como já era de costume. No entanto, ela instruiu a menina que no momento em que Francisco de Assis iniciasse as investidas, ela deveria dar um sinal, o qual foi sinalizado através de um grito.

Assim, foi constatado o flagrante, a polícia foi acionada, em seguida o professor foi preso e levado para a DPCA onde vai lavrado o flagrante. Em seguida, foi transferido para o Centro de Triagem de Pedrinhas.

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